Literatura Marginal no Escrever sem Fronteiras

 

Euforia Marginal

Esse frevo corre na veia,
Felicidade se empareia com a realidade,
Simples e modesto,
Se expande como universo,
Enraizado no cultural,
Esse nordeste nos ensina a buscar o essencial,
Surreal de ganância,
Disto só quero distância,
Manter em mim o toque de esperança,
Olhar pras crianças,
E vê que o estranho não as espanta,
É gostar de lambança,
Se libertar com a dança,
Um ser feliz que não se cansa,
Mas com brincadeira se amansa,
Com uma inocência sem crença,
Pra sermos feliz assim é responsa,
Não nos apegar ao que afronta
Um preconceituoso que pensa.

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Estigue

O espírito vive a alma esparra,
Não se contente com o nada,
Deixe fluir essa estrapolada alegria,
Fugindo da mídia,
Apresentando o amor, ardor sem favor,
É inclusive com a dor que se aprende o valor,
Se recarregue, recicle,
Respire e se excite,
Não exite em demonstrar que o manifesto resiste,
Uma embolada estigada,
Se uma ideia recatada,
Sobre ser feliz sem pesada,
A esses abidolados nos amassa,
Que só encara o próximo visando luxo,
São tudo quebra bucho,
Ao contrário disso tudo,
Se espalhe pelo mundo,
Esparre um futuro,
Onde em tudo se vê plenitude,
Em meio as dificuldades não murmure,
A uma resiliência que você assume.

 

Por Alysson Pangulim (Poeta Marginal, B.boy, Estudante de Bacharelado em Turismo e Ativista Social)

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